Enquanto voltava sozinho para casa as após uma noite desperdiçada, isto ecoa-me na cabeça, em loop:
"A cidade está deserta,
e alguém escreveu o teu nome em toda a parte:
nas casas,
nos carros,
nas pontes,
nas ruas.
Em todo o lado essa palavra repetida ao expoente da loucura .
Ora amarga! ora doce!
Pra nos lembrar que o amor é uma doença,
quando nele julgamos ver
a nossa cura..."
E eu continuo sem ouvir o que quer que seja.